Esse tipo de câncer não é dos mais comuns e tem a incidência estimada entre 7 a 10 casos para cada 100 mil habitantes, principalmente em pessoas acima dos 60 anos, com discreta predominância entre os homens. De acordo com projeções do INCA (Instituto Nacional de Câncer), o Brasil registra mais de 6 mil casos por ano.
Os fatores de risco incluem: tabagismo, hereditariedade (parentes de primeiro grau têm maior risco), obesidade, hipertensão, hepatites virais, utilização de medicamentos e exposição a componentes químicos.
Como prevenção, sabe- se que a interrupção do tabagismo e o controle da obesidade são de extrema importância.
SINTOMAS:
Os sintomas mais comuns da doença são: sangue na urina, dor e massa palpável no abdome. Outros sinais também podem aparecer como dor lombar de um lado, massa (caroço) na lateral ou na parte inferior das costas, fadiga, perda de apetite, perda de peso, febre e anemia. Como os sintomas são parecidos com outras doenças, é importante que a pessoa procure um médico. Um simples exame de ultrassom é capaz de detectar o problema.
Dados do Ministério da Saúde apontam que em 2020 os exames de ultrassonografia de abdome total caíram 31%, se comparado a 2019. Embora outros exames que detectem a doença tenham se mantido estáveis, como a tomografia e a ressonância, a queda é um sinal de alerta para a diminuição do diagnóstico de câncer renal.
UM CÂNCER EVITÁVEL
Câncer de rim pode ser evitado com estilo de vida saudável. Os principais fatores de risco associados com o surgimento de câncer de rim são doenças são hábitos potencialmente modificáveis, como a obesidade, diabetes, tabagismo,hipertensão. Portanto, na maioria dos casos, são fatores potencialmente modificáveis por hábitos de vida saudável. Dentre eles, a adoção de dieta equilibrada, rica em vegetais e sem excessos de carnes vermelhas e gorduras animais, assim como a cessação do tabagismo, controle de peso e a inclusão da atividade física na rotina diária como medida de redução das taxas de obesidade.
A prática de atividade física, além de diminuir o risco de surgimento da doença, auxilia na melhora da qualidade de vida dos pacientes. Praticar atividades físicas moderadas pode melhorar em até 15% as chances de sucesso do tratamento, além de reduzir sintomas de fadiga, ansiedade e depressão.
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