Neste AGOSTO BRANCO, mês de prevenção e conscientização sobre o câncer de pulmão, vamos alertar sobre os riscos do tabagismo passivo.

O hábito de fumar não prejudica apenas o fumante, mas também quem convive com ele, o chamado fumante passivo. 
Apagar o cigarro é um ato de amor, um ato de altruísmo. 
Se você fuma, busque ajuda, por você, por quem você ama e pelo planeta.
Oncocenter, dedicada a você.

Não existe nenhum nível seguro de exposição ao tabagismo!

Mesmo quem se expõe passivamente corre o risco de desenvolver doenças: respiratórias, cardiovasculares, e câncer de pulmão.

O fumante passivo pode consumir em média, o equivalente a quatro cigarros por dia.

Durante a tragada, apenas 1/3 da fumaça é inalada pelo fumante, que é filtrada antes de ser absorvida. O restante é lançado livremente no ambiente e sem nenhum processo de filtragem. Todo esse volume de fumaça – cerca de 2/3 – é respirado pelo fumante passivo.

O fumante passivo tem um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão do que alguém não exposto à fumaça.

Além do câncer de pulmão, há mais de 50 enfermidades relacionadas ao tabagismo: vários tipos de câncer (laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero), doenças do aparelho respiratório (enfisema pulmonar, bronquite crônica, asma, DPOC), doenças cardiovasculares, infertilidade, impotência sexual, etc. 

Afastar-se do fumo e do fumante não é o suficiente para se proteger dos riscos do tabagismo passivo.

O ideal é frequentar apenas ambientes livres de fumaça. As mais de 60 substâncias tóxicas e contaminantes do tabaco, ficam impregnadas nas superfícies e não são eliminadas pelos sistemas de ventilação.  A “bituca”, resíduo do cigarro, cigarrilha, charuto e similares afeta o meio ambiente e coloca em risco a saúde do fumante passivo que está ao redor.

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