A campanha colorida, ou melhor, o movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos, na cidade de Nova York, em 1997, como iniciativa da Fundação Susan G. Komen for the Cure, quando durante a primeira corrida pela cura, a instituição distribuiu aos participantes um laço rosa, que é hoje o símbolo do movimento.
A ação foi criada para mobilizar empresas, entidades e toda a população, em prol da conscientização sobre a prevenção e detecção precoce do câncer de mama. O câncer que mais mata mulheres no mundo.
Outras cidades americanas começaram a participar da mobilização, até que o governo americano aprovou o mês de outubro, como o oficial para a conscientização sobre o câncer de mama. Logo, o movimento tomou força e ganhou o mundo.
Monumentos históricos, prédios públicos, pontes, entre outros são iluminados de cor-de-rosa. Essa é uma das ações mais conhecidas do movimento que visa chamar a atenção para a causa. A França coloriu a Torre Eiffel, na cidade de Paris, a Itália, o Coliseu, em Roma. E diversos outros países também se mobilizaram.
No Brasil, o primeiro registro relacionado ao Outubro Rosa, aconteceu em 2002, quando iluminaram de rosa o monumento Obelisco, situado próximo ao Parque Ibirapuera, na cidade de São Paulo.
A taxa de mortalidade do câncer de mama é relativamente baixa, se a doença for descoberta precocemente, por isso a importância de fortalecer os movimentos e campanhas de prevenção, como o Outubro Rosa.
De acordo com Dr. João Neiva, médico oncologista da Oncocenter, o câncer de mama “é uma doença altamente curável, se tratada nos estágios iniciais, tem um índice de cura de mais de 80%, enquanto a chance de cura cai para 3 a 5% em estágios mais avançados.”
É importante estar atenta e conhecer o seu corpo, realizar os exames periódicos, em especial a mamografia a partir dos 40 anos e buscar ajuda médica, em caso de qualquer anormalidade nas mamas.
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Fontes: INCA e Ministério da Saúde.




